Fragmentos Negros - Orlanfo Gulonda; Felipe Cardoso; Cássia Katarine (Orgs)

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Sinopse

O nome desse livro não poderia expressar melhor a sensação que temos quando buscamos conhecer e estudar a presença negra e indígena na trajetória da cidade de Joinville. São fragmentos documentais ou notícias de jornais, lapsos de memórias, alguns corpos enterrados, histórias contadas pela metade, silêncios, ruídos, vestígios... Quem pesquisa a história da população negra e indígena persegue, na maior parte das vezes, pistas, restos e rastros; escuta narrativas orais, vasculha bibliotecas, arquivos públicos etc. Neste livro percorremos algumas pistas e reunimos materiais que compõem parte da narrativa sobre a população negra na cidade. Orientamo-nos pela crítica à história única que é contada sobre as heranças étnico-raciais de Joinville; pela denúncia aos processos políticos de invisibilização das memórias da população negra na trajetória da cidade; pela afirmação das estratégias de resistência dessa população; pela alegria de poder contar uma outra história das inscrições dos/as afrodescendentes no corpo dessa cidade. Portanto, esforçamo-nos em apresentar fragmentos de poesia, história, educação, sociologia, jornalismo, psicologia social, entre outros para compor imagens outras da cidade de Joinville/SC.

Ficha Técnica
  • Título: Fragmentos Negros
  • Organizador (es): Orlando Gulonda / Felipe Cardoso / Cássia Katarine
  • Selo Editorial: Editora Pluralidades
  • Ano da Publicação: 2022
  • Páginas: 302
  • Edição: 1ª Edição
  • Idioma: Português
  • Código de Referência: PL2211F01
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: 16 x 23 cm
  • ISBN: 9786589465423
  • Peso: 483gr
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Sobre o autor

Fundado em 2015, o Movimento Negro Maria Laura foi organizado com o intuito de fomentar o debate e promover a luta antirracista a nível municipal e estadual. O nome escolhido é uma homenagem à professora Maria Laura Eleotério Cardoso, reconhecida por promover eventos, ações e discussões a respeito da temática racial na cidade de Joinville/SC. Dona Maria Laura, como era popularmente conhecida, foi responsável pela fundação do Instituto Afrobrasileiro em Joinville/SC. Atribuir o seu nome ao movimento é seguir os passos e os ensinamentos dos nossos mais velhos (ancestrais) na estratégia de manter viva as nossas memórias.

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