Combo: Pensamento crítico e profecia + Capitalismo como religião

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Sinopse

 

Combo: Pensamento crítico e profecia +  Capitalismo como religião

Pensamento critico e profecia - Allan Coelho e Jung Mo Sung

Walter Benjamin, filósofo alemão cuja obra impacta o pensamento crítico até os nossos dias, impressiona pela proposta teórica e pela diversidade de recepções. Neste livro temos como o condutor três pressupostos: primeiro, o tema da crítica do capitalismo como religião perece-nos um eixo que atravessa os escritos de Benjamin. Segundo, a melhor maneira de compreender a complexidade teórica do autor é seguindo o método proposto na sua também célebre Tese I, de “Sobre o Conceito de História”, na qual a gura do anão mestre de xadrez e o autômato que vencem as partidas expressa a necessária relação entre teologia e materialismo histórico para a vitória das vítimas que historicamente anseiam a vida. Terceiro, uma revisão crítica da autoimagem da modernidade como uma sociedade desencantada, arreligiosa e secularizada, no sentido de que o capitalismo, como uma expressão social de um sistema econômico moderno, estaria isento de mitos, da fascinação e da lógica sacrificial religiosa. Tais características provocam uma série de reflexões que não estão esgotadas, e, pelo contrário, convocam outras. Esse é o propósito deste livro: provocar novas leituras de um quadro teórico que sirva para as lutas comprometidas com as vítimas da história, os vencidos por sistemas sociais injustos e opressivos, em sua busca por humanização.

Jung Mo Sung e Allan da Silva Coelho

 

Capitalismo como religião - Allan Coelho

Como tem apontado os teólogos do DEI e, na sua esteira, o teólogo coreano-brasileiro Jung Mo Sung, os ídolos capitalistas – o próprio Capital, o Mercado, a Dívida Externa, o FMI, a OMC etc. – são objeto de um culto fanático, intolerante, que exige o sacrifício de inúmeras vidas de pobres, de negros, de crianças, de mulheres, de indígenas. Um culto que requer também – e isto já havia sido previsto por Benjamin – um outro tipo de sacrifício: o da Natureza, da Mãe Terra, vítima da voracidade destrutiva de um sistema econômico intrinsecamente perverso. (...) 
A junção explosiva de Walter Benjamin com o cristianismo da libertação, tal como a formula neste belo livro Allan Coelho, nos dá armas intelectuais, éticas, políticas e teológicas para combater, do ponto de vista de suas vítimas, a mortífera, idólatra e impiedosa religião capitalista.
Michael Löwy

O centenário, e hoje famoso, pequeno texto de Walter Benjamin, de 1921, O capitalismo como religião, que só foi descoberto na década 1980, é um marco na discussão desse tema. Ao seu lado, alguns pensadores da Teologia da Libertação Latino-americana, como Hugo Assmann e Franz Hinkelammert, começaram, já na década de 1970, a analisar o capitalismo como religião, como um tipo de religião idólatra que exige sacrifícios de vidas humanas. As duas linhas de pensamento são extremamente convergentes, criativas e “heterodoxas”; merecem ser lidas e, se possível, estudadas por aqueles que lutam para sair desse labirinto em que estamos.
Jung Mo Sung

 

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Código323
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